É tarde! Estrela-d’alva! o lago é turvo.
Dançam fogos no pântano sombrio.
Pede a Deus que dos céus as cataratas
Façam do brejo — um rio!Mas não!… Somente as vagas do sepulcro
Hão de apagar o fogo que em mim arde…
Perdoa-me, Senhora!… Eu sei que morro…
É tarde! É muito tarde!…

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